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Drake enfrentará outra batalha legal em 2026.
O rapper de Toronto foi citado como parte de uma proposta de ação coletiva nos EUA que alega que ele e outros indivíduos usaram recursos de um site de jogos de azar para “obscurecer transmissões de dinheiro”, que foram então usadas para inflar artificialmente sua contagem de reprodução de música em streaming.
O processo gira em torno do Stake.us, o nome do site americano da operadora de cassino online Stake, com sede em Curaçao, que Drake frequentemente promove em seus perfis de mídia social.
Entre as alegações, o processo diz que Drake, nascido Aubrey Graham, estava “no centro do esquema”, trabalhando com o influenciador de mídia social Adin Ross. Ambos, diz, foram pagos para promover a plataforma apostando em moedas virtuais que são fornecidas “sub-repticiamente” pela Stake.
Nenhuma das alegações foi provada em tribunal e os representantes de Drake e Stake não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
O advogados do reclamante estão exigindo um julgamento com júri e pedindo pelo menos US$ 5 milhões em danos e honorários advocatícios.
Drake e outros criaram ‘streams fraudulentos’, afirma o processo
A ação foi ajuizada em 31 de dezembro de 2025, em Tribunal da Virgínia em nome de LaShawnna Ridley, Tiffany Hines e nomeia todos os usuários do Stake.us como demandantes. Também nomeia George Nguyen como outro réu, sugerindo que ele atuou como facilitador e corretor operacional.
A declaração de reivindicação alega que Stake.us é “uma plataforma ilegal de jogos de azar online” que foi criada para contornar as restrições depois que Stake.com foi proibido de operar nos Estados Unidos. Diz que o site foi promovido como um “cassino social” que não joga “dinheiro real”.
No entanto, diz o processo, o site usa “Stake Cash”, que pode ser trocado por criptomoeda ou cartões-presente digitais, tornando-o efetivamente dinheiro real.
Os demandantes também alegam que Drake, Ross e Nguyen usam a função de “gorjeta” do cassino para transferir dinheiro “entre si”, sendo alguns dos fundos usados para manipular plataformas de streaming, como o Spotify.
Os documentos dizem que os esforços do trio foram usados “para criar streams fraudulentos da música de Drake”, o que fabricou sua popularidade, distorceu playlists de streaming e “calibrou para enganar a realeza e os mecanismos de recomendação”.
Como consequência, o processo alega que as suas ações “suprimiram artistas autênticos e restringiram o acesso dos consumidores a conteúdos legítimos, minando a integridade das experiências de curadoria (streaming de música)”.
