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As autoridades mexicanas disseram no domingo que pelo menos 13 pessoas morreram depois que um trem interoceânico transportando 250 pessoas descarrilou no estado de Oaxaca, no sul do país.
A Marinha Mexicana disse que o trem, que descarrilou perto da cidade de Nizanda, transportava nove tripulantes e 241 passageiros.
Dos que estavam a bordo, 139 estavam fora de perigo, enquanto 98 ficaram feridos, incluindo 36 que recebiam assistência médica.
A presidente Claudia Sheinbaum disse no X que cinco dos feridos estavam em estado crítico, acrescentando que altos funcionários foram enviados ao local para ajudar as famílias dos mortos.
O governador de Oaxaca, Salomon Jara Cruz, expressou condolências às famílias das pessoas mortas no acidente e disse que as autoridades estaduais estavam em coordenação com agências federais para ajudar as pessoas afetadas.
A Procuradoria-Geral do México já abriu uma investigação sobre o incidente, disse a procuradora-geral Ernestina Godoy Ramos em uma postagem nas redes sociais.
O Trem Interoceânico, inaugurado em 2023 no governo do ex-presidente Andrés Manuel López Obrador, faz parte do projeto mais amplo do Corredor Interoceânico.
A iniciativa foi projetada para modernizar a linha ferroviária através do Istmo de Tehuantepec, conectando o porto mexicano de Salina Cruz, no Pacífico, com Coatzacoalcos, na Costa do Golfo.
O governo mexicano tem procurado transformar o istmo num corredor comercial estratégico, expandindo portos, ferrovias e infraestrutura industrial com o objetivo de criar uma rota que possa competir com o Canal do Panamá.
O serviço ferroviário também faz parte de um esforço mais amplo para expandir o transporte ferroviário de passageiros e mercadorias no sul do México e estimular o desenvolvimento económico na região.
